Chef Fábio Tortelote conduzindo a brasa em um evento Braso Taste

Nossa História

Tatiana e Fábio:
como tudo começou

Nenhuma história começa no dia em que uma empresa abre as portas. A nossa começou em duas casas do Rio de Janeiro, em mesas que nunca ficavam vazias — muito antes de existir um nome, um logotipo ou um cliente.

Os fundadores

O fogo prepara a comida.
As pessoas dão sentido à mesa.

Fábio Tortelote aprendeu com o pai, Salvador, que nada bom se constrói com pressa, e com a avó Iolanda que comida é uma forma de dizer que alguém é bem-vindo. Da eletrônica e da tecnologia trouxe o resto: método, precisão e controle de tempo — hoje aplicados ao ponto exato de cada corte na brasa.

Tatiana cresceu entre música, ciência e a cozinha da avó Moema, onde valia a regra de que é melhor sobrar do que faltar. É dela o olhar de anfitriã: o fluxo do evento, o ritmo do serviço, a beleza da mesa e o cuidado que faz tudo parecer simples para quem está sentado.

A Braso Taste vive exatamente no encontro dessas duas heranças — por isso entregamos uma experiência inteira, e não apenas comida.

Tatiana Souza e Fábio Tortelote, fundadores da Braso Taste

O casamento que acendeu a primeira brasa

Uma celebração onde fogo, mesa e afeto ganharam identidade.

Tatiana e Fábio celebrando o casamento junino
Tatiana e Fábio dançando no casamento junino
Tatiana e Fábio compartilhando a mesa com os convidados

A trajetória

De duas cozinhas de família para a sua casa

  1. Antes da primeira brasa

    Duas casas, a mesma lição

    Na casa de Fábio havia cheiro de madeira, de oficina e de carne assando devagar na brasa. Havia a avó Iolanda, que dizia “eu te amo” em forma de comida; a mãe Rosiléa, que fazia do cuidado um hábito diário; e o pai Salvador, que ensinava pelo exemplo que tudo o que vale a pena exige paciência.

    Em outro canto do Rio crescia Tatiana, filha de Alice e Norberto, cercada de música, plantas, ciência e bolo saindo do forno. Na cozinha mandava a avó Moema — pequena no tamanho, enorme no acolhimento — e uma regra silenciosa: é melhor sobrar do que faltar.

    Sem nunca terem se conhecido, as duas famílias ensinavam exatamente a mesma coisa: a comida nunca foi o centro. O centro sempre foram as pessoas.

  2. O encontro

    Quando as duas mesas viraram uma só

    Fábio, o menino que desmontava brinquedos para entender o mundo, levou essa curiosidade para a eletrônica e para a tecnologia — e trouxe de lá método, controle de tempo e responsabilidade. Tatiana trouxe o olhar da natureza e do afeto: cores, texturas, aromas, estações e a arte de fazer o outro se sentir em casa.

    Juntos, entenderam cedo que sucesso não podia significar só produtividade. Precisava significar presença.

  3. O marco

    Um casamento junino

    A Braso nasceu de verdade no próprio casamento dos dois: uma festa junina onde brasa, madeira, mesa posta, natureza e artesanato se encontraram. Naquela noite ficou claro que aquilo tinha identidade própria — e que dava para oferecer a outras pessoas a mesma sensação que eles receberam a vida inteira.

    A sensação de chegar a um lugar e perceber, antes da primeira garfada, que alguém preparou tudo aquilo pensando em você.

  4. O nome

    Braso: o fogo que transforma

    Faltava um nome. Testaram, simplificaram, e nasceu Braso — uma palavra inédita que carrega muitas histórias. Braso lembra brasa: o fogo, o calor, o ponto onde ingredientes simples viram algo extraordinário.

    Ali entenderam que a Braso nunca seria apenas uma empresa de gastronomia. Seria um convite para reunir pessoas.

  5. O primeiro sim

    E se fizéssemos do nosso jeito?

    Não havia marca consolidada nem experiência comercial. Havia uma pergunta feita numa madrugada: e se fizéssemos do nosso jeito? Veio o primeiro sim, depois outro — e com eles as frases que passaram a valer mais que qualquer elogio ao cardápio: “foi a primeira vez que consegui conversar com todos os meus convidados”.

    Aniversários, bodas, pais reencontrando filhos, amigos se despedindo antes de uma mudança. Cada evento carregava uma história.

  6. Hoje

    Da nossa mesa para a sua

    Hoje a Braso Taste atende da Grande Rio à Região Serrana e à Região dos Lagos, com operação completa: planejamento, curadoria, cozinha, serviço e o pós-evento — para que o anfitrião só precise estar presente.

    O que não mudou desde a cozinha de Moema e da churrasqueira de Salvador: a brasa no centro, a mesa cheia e a certeza de que sempre cabe mais um prato.

O que nos guia

Três coisas que nunca mudaram

Fogo

O fogo prepara a comida. Técnica, tempo e respeito pelo ingrediente — a brasa como linguagem, não como atalho.

Mesa

As pessoas dão sentido à mesa. Reunir é o objetivo; o alimento é o caminho até ele.

Cuidado

Herança de duas cozinhas: acolher bem, prever tudo e deixar o anfitrião livre para viver a própria festa.

A próxima história pode ser a sua.

Conte para a gente o que você quer celebrar — cuidamos do resto.

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